Os professores da rede municipal de ensino de Salvador podem iniciar uma nova greve caso a Prefeitura não cumpra os acordos firmados após a paralisação realizada no ano passado.
O alerta foi feito nesta terça-feira (2) pelo presidente da APLB-Sindicato, Rui Oliveira, durante assembleia da categoria.
Sindicato cobra resposta de Bruno Reis
Em entrevista ao programa Giro Baiana, da rádio Baiana FM (89,3), Rui afirmou que a decisão sobre a deflagração da greve dependerá de uma resposta do prefeito Bruno Reis às reivindicações apresentadas pelos profissionais.
Segundo o dirigente sindical, a categoria aguarda uma solução por parte da gestão municipal.
APLB critica condução das negociações
Rui Oliveira criticou a condução das negociações pela Secretaria Municipal de Educação.
Ele afirmou que compromissos assumidos anteriormente ainda não foram efetivados pela Prefeitura de Salvador.
Categoria pode realizar paralisação e manifestação
De acordo com o presidente da APLB-Sindicato, uma paralisação pode ser aprovada pela assembleia.
A mobilização deve incluir uma manifestação na porta da Prefeitura para cobrar o cumprimento dos acordos.
“Depende do prefeito. Ele não está cumprindo o acordo. Estamos aqui na assembleia e deve sair uma paralisação, com manifestação na porta da Prefeitura, para que o prefeito cumpra o que foi acordado. Existem diversos pontos que não foram cumpridos e esperamos que ele resolva essa situação, porque, senão, vai acabar em uma greve geral novamente.”, disse.
Greve geral pode voltar à pauta da categoria
O sindicato afirma que a possibilidade de greve geral não está descartada.
Caso a Prefeitura de Salvador não avance nas negociações e não cumpra os pontos acordados, os professores podem decidir por uma nova paralisação da rede municipal de ensino.
Impasse envolve acordos firmados após paralisação anterior
A cobrança da categoria está relacionada aos compromissos assumidos após a paralisação realizada no ano passado.
Segundo a APLB-Sindicato, diversos pontos ainda permanecem pendentes e precisam ser solucionados pela gestão municipal.
Matéria: reprodução da internet / MINHA BAHIA.

