Segundo ele, os juros altos têm impacto sobre agricultores, famílias e empresas, além de encarecer a rolagem da dívida pública, mas não indicam colapso econômico.
O ministro reconheceu que a taxa elevada incomoda o governo, mas disse que a redução depende de ajustes estruturais, como controle de gastos obrigatórios e manutenção do arcabouço fiscal.
Durigan afastou a possibilidade de recessão em 2027 e afirmou que a projeção oficial é de crescimento de 2% do produto interno bruto (PIB), apesar de analistas preverem expansão mais próxima de 1%. Para ele, a desaceleração provocada pelos juros não configura retração econômica.
O ministro reforçou que o país vive um momento de estabilidade relativa, com indicadores positivos em áreas como balança comercial e produção agrícola e argumentou que esses dados contrastam com a situação argentina, marcada por inflação elevada, dívida crescente e risco mais alto.
Ao final, Durigan reiterou que críticas externas não mudam a avaliação do governo sobre o rumo da economia brasileira e que previsões alarmistas não condizem com o cenário observado pelos técnicos da Fazenda.
Matéria: reprodução da internet / Hoje Bahia.

