A Transalvador decidiu suspender, por tempo indeterminado, uma licitação que poderia alcançar até R$ 219 milhões ao longo de sua execução.
Processo seguiu mesmo após decisão judicial
Mesmo após determinação da Justiça da Bahia para suspender o certame, o processo continuou ativo na plataforma eletrônica e chegou a ser reagendado.
A situação levou a empresa Martins & Neri a solicitar medidas mais duras, incluindo pedido de prisão do superintendente do órgão, Diego Brito.
Valor da licitação chamou atenção
Inicialmente estimado em R$ 43,8 milhões, o contrato poderia atingir até R$ 219 milhões ao longo do período de execução, o que ampliou o nível de atenção sobre o processo.
Questionamentos sobre irregularidades
De acordo com a avaliação judicial, o modelo adotado no certame pode ter comprometido princípios fundamentais da administração pública, como:
- Publicidade
- Isonomia
- Competitividade
Mesmo com a decisão, o sistema continuou recebendo propostas, o que gerou novos questionamentos à Justiça.
Posicionamento da Transalvador
A autarquia negou irregularidades e afirmou que a decisão judicial se aplicava apenas à sessão originalmente marcada.
Ainda assim, diante da repercussão e da pressão jurídica, o órgão decidiu recuar e suspender a licitação.
Próximos passos
Com a suspensão, o futuro do processo dependerá de novas análises jurídicas e eventuais adequações no edital.
O caso segue sob acompanhamento e pode ter novos desdobramentos, especialmente diante do alto valor envolvido e das suspeitas levantadas sobre o modelo adotado.
Matéria: reprodução da internet / MINHA BAHIA.

