Durante a COP 30, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender a exploração de petróleo e gás na Margem Equatorial, ressaltando a expertise da Petrobras neste trabalho para afastar dúvidas quanto a acidentes que poderiam afetar a biodiversidade.
“Houve uma mudança, uma adaptação do discurso desenvolvimentista e ambientalista, no sentido de aceitar a necessidade da exploração de gás natural e petróleo, ou seja, desses recursos fósseis, como meio para criar recursos e base material para o desenvolvimento de energia limpa e renovável”, avaliou o analista sobre as mudanças dentro do governo.
Para o especialista, o Brasil apenas deveria avançar nesta atividade caso na exploração da Margem Equatorial, “a gente também desenvolva capacidade ou recupere capacidade de desenvolvimento de tecnologia a partir da matriz petróleo no Brasil”.
A floresta Amazônica e sua região, a qual 60% fica em território brasileiro, é rica em recursos que estão sub e sobre o solo, salienta Rodrigues. Elementos estes que são fundamentais para a economia global.
“Há minerais fundamentais para a indústria eletroeletrônica, como por exemplo, as terras raras, mas também estanho, e metais que são super utilizados e necessários, demandados para os microchips. Há o petróleo, há ouro, e também, sobre o solo, há toda a imensa biodiversidade que é em si uma riqueza enorme, que é ponte de tecnologia, tanto para a produção de, por exemplo, de, defensivos, agrícolas não tóxicos, que vai desde isso até a produção de drogas para as mais diversas aplicações”.
Matéria: reprodução da internet / Hoje Bahia.

