Ao usar este site, você concorda com a Política de privacidade e os Termos de uso.
Aceitar
TV NOTÍCIAS 24 HORASTV NOTÍCIAS 24 HORASTV NOTÍCIAS 24 HORAS
  • ÚLTIMAS NOTÍCIAS
  • BAHIA
    BAHIAMostrar mais
    Em ação estratégica, Setur-BA prospecta novos voos internacionais para a Bahia na feira Routes Americas | SETUR
    Em ação estratégica, Setur-BA prospecta novos voos internacionais para a Bahia na feira Routes Americas | SETUR
    6 de março de 2026
    Detran-BA promove atualização de coordenadores e agiliza processos da CNH do Brasil | detran
    Detran-BA promove atualização de coordenadores e agiliza processos da CNH do Brasil | detran
    6 de março de 2026
    Bahia apresenta projetos de PPP no maior evento nacional do setor em São Paulo | SEINFRA
    Bahia apresenta projetos de PPP no maior evento nacional do setor em São Paulo | SEINFRA
    6 de março de 2026
    Bahia sedia lançamento da Jornada Nacional de Acesso ao FUNGETUR e amplia oportunidades de crédito para o turismo
    26 de fevereiro de 2026
    Março Azul: Hospital Regional da Chapada lidera um dos maiores mutirões de rastreamento do câncer colorretal do Brasil*
    25 de fevereiro de 2026
  • BRASIL
    BRASILMostrar mais
    Governo cria duas Unidades de Conservação federais no RS
    Governo cria duas Unidades de Conservação federais no RS
    7 de março de 2026
    AC1D€NTE ENTRE CARRO E MOTO DEIXA JOVEM F€RID0 Um 4c1dent€ envolvendo um carr…
    7 de março de 2026
    Operação da Polícia Civil prende quatro pessoas em Porto Seguro
    Operação da Polícia Civil prende quatro pessoas em Porto Seguro
    7 de março de 2026
    Embratur firma parceria para promover destinos brasileiros com o selo Bandeira Azul no exterior
    Embratur firma parceria para promover destinos brasileiros com o selo Bandeira Azul no exterior
    7 de março de 2026
    Fraude no ICMS: empresário é preso por sonegação de R$ 10 milhões na Bahia
    Fraude no ICMS: empresário é preso por sonegação de R$ 10 milhões na Bahia
    7 de março de 2026
  • CIDADES
    • CONCEIÇÃO DO ALMEIDA
    • DOM MACEDO COSTA
    • FEIRA DE SANTANA
    • JAGUARIPE
    • MUNIZ FERREIRA
    • SALINAS DA MARGARIDA
    • SALVADOR
    • SANTO ANTÔNIO DE JESUS
  • OUTROS
    • ACIDENTES
    • CIÊNCIA E TECNOLOGIA
    • CURIOSIDADES
    • ESPORTES
    • FAMOSOS
    • JUSTIÇA
    • MUNDO
    • POLÍCIA
    • SAÚDE
  • Política de privacidade
Procurar
  • Advertise
© 2022 TV Notícias 24 Horas.
Lendo Dia da Saúde na COP 30 vai fortalecer sistemas de saúde resilientes às mudanças do clima — Agência Gov
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerA+ a-
TV NOTÍCIAS 24 HORASTV NOTÍCIAS 24 HORAS
Font ResizerA+ a-
  • ÚLTIMAS NOTÍCIAS
  • BAHIA
  • BRASIL
  • CIDADES
  • OUTROS
  • Política de privacidade
Procurar
  • ÚLTIMAS NOTÍCIAS
  • BAHIA
  • BRASIL
  • CIDADES
    • CONCEIÇÃO DO ALMEIDA
    • DOM MACEDO COSTA
    • FEIRA DE SANTANA
    • JAGUARIPE
    • MUNIZ FERREIRA
    • SALINAS DA MARGARIDA
    • SALVADOR
    • SANTO ANTÔNIO DE JESUS
  • OUTROS
    • ACIDENTES
    • CIÊNCIA E TECNOLOGIA
    • CURIOSIDADES
    • ESPORTES
    • FAMOSOS
    • JUSTIÇA
    • MUNDO
    • POLÍCIA
    • SAÚDE
  • Política de privacidade
Nos siga
  • Advertise
© 2022 TV Notícias 24 Horas.
TV NOTÍCIAS 24 HORAS > BRASIL > Dia da Saúde na COP 30 vai fortalecer sistemas de saúde resilientes às mudanças do clima — Agência Gov
BRASIL

Dia da Saúde na COP 30 vai fortalecer sistemas de saúde resilientes às mudanças do clima — Agência Gov

TV NOTÍCIAS 24 HORAS
TV NOTÍCIAS 24 HORAS
Compartilhar
18 Minutos de leitura
Compartilhar

Em entrevista à Voz do Brasil, o ministro da Saúde Alexandre Padilha, detalhou o Plano de Ação em Saúde de Belém, que será apresentado nesta quinta-feira (13), e falou sobre os impactos da crise climática para a saúde

Pela primeira vez na história das COPs, esta quinta-feira (13/11) será um dia todo voltado para saúde e clima na COP 30, em Belém. O Dia da Saúde vai apresentar o Plano de Ação em Saúde de Belém, iniciativa reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma das principais estratégias para fortalecer sistemas de saúde resilientes às mudanças do clima. Este é o primeiro plano internacional de adaptação climática dedicado exclusivamente à saúde, um marco da COP 30.

Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a saúde é um dos primeiros eixos que sofre os impactos da crise climática. “As mudanças climáticas já estão mexendo na nossa vida hoje. Todo mundo se assustou nesse último sábado com aquela destruição que aconteceu na cidade de Rio Bonito do Iguaçu. Um ciclone que, numa velocidade absurda, nunca tinha acontecido isso no Brasil, destruiu toda a cidade, mais de mil pessoas desalojadas. Das seis unidades de saúde, cinco totalmente destruídas. O ciclone acontecer no Brasil é um fenômeno já das mudanças climáticas”, destacou o ministro em entrevista à Voz do Brasil desta quarta (12).

“Então, quando tem essas grandes tragédias, com aquelas enchentes no Rio Grande do Sul, a seca aqui na Amazônia, isso destrói totalmente a saúde daquele município e daquela região. Pessoas morrem. Quando você destrói uma unidade de saúde, você tem mais dificuldade de acompanhar quem toma vacina, quem faz a medicação para hipertensão, para diabetes, que é o tratamento contínuo.
Gestantes perdem suas consultas de pré-natal, crianças não são vacinadas. Então, tudo isso mexe na saúde das pessoas”, acrescentou o ministro.

Com o Dia da Saúde na COP 30, o Brasil reafirma seu compromisso de colocar a saúde no centro da agenda climática global, lançando um plano que articula esforços internacionais, nacionais e regionais para ampliar a resiliência do setor. “Vai ser amanhã, a primeira vez que tem na história, e lançar ao mundo, solicitando a adesão dos países, mobilizando os países, para um plano de ação Belém de adaptação dos sistemas de saúde”, afirmou Padilha. 

O que nós estamos dizendo? Para reduzir mortes, para afetar menos a saúde das pessoas, além de toda a mobilização para reduzir os impactos das climáticas na área de energia, emissão de carbono, tudo que está sendo feito, nós precisamos adaptar os sistemas atuais de saúde para enfrentar as mudanças climáticas”, completou.

 


Leia a entrevista completa: 

Pois é, o ministro Alexandre Padilha está aqui comigo no estúdio da Voz, na Zona Azul da COP 30, pra gente ter uma conversa sobre a infraestrutura de saúde construída aqui no entorno do evento. Boa noite, ministro.

Cheguei hoje aqui a Belém, na COP 30, ver o mundo inteiro aqui no Brasil, na região amazônica.
E amanhã é um dia histórico, porque amanhã, pela primeira vez na história das COPs, vai ter um dia oficial da saúde, pra gente falar sobre saúde e clima.

Ministro, e pra gente começar essa conversa, eu gostaria que o senhor exemplificasse pra gente quais são os impactos que as mudanças climáticas podem ter na saúde da população.

Bom, eu digo sempre que a saúde é a principal face dos impactos das mudanças climáticas.
É o que pode chamar mais atenção da população, dos atores econômicos, das empresas, porque mostra que as mudanças climáticas já estão mexendo na nossa vida hoje. Citar três exemplos aqui. Primeiro, todo mundo se assustou nesse último sábado com aquela destruição que aconteceu na cidade de Rio Bonito do Iguaçu.
Um ciclone que, numa velocidade absurda, nunca tinha acontecido isso no Brasil, destruiu toda a cidade, mais de mil pessoas desalojadas. Das seis unidades de saúde, cinco totalmente destruídas. O ciclone acontecer no Brasil é um fenômeno já das mudanças climáticas.

Então, quando tem essas grandes tragédias, com aquelas enchentes no Rio Grande do Sul, a seca aqui na Amazônia, isso destrói totalmente a saúde daquele município e daquela região. Pessoas morrem. Quando você destrói uma unidade de saúde, você tem mais dificuldade de acompanhar quem toma vacina, quem faz a medicação para hipertensão, para diabetes, que é o tratamento contínuo.
Gestantes perdem suas consultas de pré-natal, crianças não são vacinadas. Então, tudo isso mexe na saúde das pessoas.

Um segundo exemplo. Aumenta cada vez mais o número de doenças respiratórias quando você tem, por exemplo, aumento de queimadas, que estão relacionadas ao aumento da temperatura seca, a queimada se alastra mais rápido. Isso você tem um grande aumento de doenças respiratórias. Quando teve aquele período de queimada intensa no Brasil, por exemplo, no ano passado, na região do Cerrado, na região centro-oeste do nosso país, aumentou muito o número de internações por doenças respiratórias.

E um terceiro exemplo é que o aumento da temperatura média do mundo, por conta das mudanças climáticas, já faz com que vetores, por exemplo, mosquitos que transmitem doenças, comecem a aparecer em lugares que elas não tinham. Por exemplo, hoje, na França, você tem o mosquito que transmite a doença do chikungunya, que é muito comum aqui no Brasil. Começou a ter na França.
Nos Estados Unidos, você tem o vetor da doença de chagas. Começou a aparecer porque aumentou a temperatura média. Mesmo no Brasil, você tem o mosquito da dengue em regiões onde ele não existia antes.

Citar um exemplo, eu sou médico, sou infectologista, estudo isso. Quando eu fazia a minha formação de infectologista, nos anos 90, ali no Hospital das Clínicas da USP, não tinha o mosquito da dengue na cidade de São Paulo, por exemplo, porque a temperatura média na madrugada em São Paulo inibia a replicação do mosquito. 10, 15 anos depois, em 2015, já teve uma das maiores situações de número de casos de dengue.

Hoje, você tem o Estado de São Paulo que mais concentrou os casos de dengue no Brasil. Quase 80% dos óbitos aconteceram no Estado de São Paulo. Ou seja, esse aumento médio da temperatura faz com que formas de transmissão das doenças também se multipliquem.

Por isso que é tão importante a COP 30 discutir saúde, porque ela vai estar discutindo o impacto das mudanças climáticas, não só no ambiente, que é muito importante, mas na vida hoje das pessoas. As pessoas estão morrendo hoje no mundo por conta das mudanças climáticas.

Ministro, a gente vai continuar essa entrevista, mas agora a gente vai lá para Brasília conversar com a Mariana e o Luciano, que eles também têm perguntas para fazer para o senhor.
Queria inclusive pegar o gancho do que o senhor estava falando, dessas doenças e situações que podem afetar a saúde da população, porque eu voltei de Belém, mas fiquei sabendo que amanhã o senhor, Brasil, vai lançar um plano internacional de ação em saúde de Belém para enfrentar esses impactos climáticos. Então, eu queria que o senhor adiantasse alguma coisa para a gente aí. O que vai ser essa iniciativa? Mariana, isso é um momento da liderança do Brasil.

O Brasil, desde o mês de maio, na Organização Mundial de Saúde, que foi a Assembleia do OMS, nós lançamos lá, junto com o Reino Unido, junto com o Egito, com Emirados e Azerbaijão, que são os países que realizaram as últimas cinco COPs, a necessidade da COP 30 é ter um dia oficial da saúde, que vai ser amanhã, a primeira vez que tem na história, e lançar ao mundo, solicitando a adesão dos países, mobilizando os países, um plano de ação Belém de adaptação dos sistemas de saúde. O que nós estamos dizendo? Para reduzir mortes, para afetar menos a saúde das pessoas, além de toda a mobilização para reduzir os impactos das climáticas na área de energia, emissão de carbono, tudo que está sendo feito, nós precisamos adaptar os sistemas atuais de saúde para enfrentar as mudanças climáticas. Citar alguns exemplos dessa adaptação, que a gente já está fazendo aqui no Brasil, por isso que a gente tem autoridade para discutir isso internacionalmente e lançar esse plano.

Hoje, na cidade do Rio de Janeiro, tem uma coisa chamada Centro Operacional Integrado de Dados Epidemiológicos, que, inclusive, na visita agora do Príncipe Williams, ganhou o prêmio de um dos modelos do que a gente chama de um protocolo do SUS da cidade do Rio de Janeiro para enfrentar o calor extremo. Então, esse centro permitiu que você, de manhã cedo, já comece a ter o cruzamento da temperatura média nos vários cantos da cidade do Rio de Janeiro, saber qual a região que está mais quente e monitorar a chegada, nas UBSs, nas UPAs, nos pontos-socorros, de pessoas com doenças que são impactadas pela mudança climática.

Então, já começa a perceber que, em uma região onde aumenta a temperatura média, chega mais idoso desidratado, chega mais idoso com problema pulmonar, você começa a lastrar mais o vetor da dengue, então, começa a ter mais casos de dengue.

Então, esse é um exemplo de adaptar os sistemas de saúde para ele ter esse monitoramento, porque quando você reúne esses dados, você compra um remédio antes, você informa os profissionais de saúde antes, você estrutura a resposta àquele problema.

Um outro exemplo, que a gente já está fazendo aqui no Brasil, que é a parte de organização dos serviços de assistência. O que esse plano está dizendo? Se a gente quer evitar as mudanças climáticas do mundo, a gente precisa cuidar melhor das pessoas que vivem nas regiões mais afetadas.

Um exemplo aqui é a região amazônica. Quando tem seca na Amazônia, tem interrupção de chegada de medicamento, as pessoas não conseguem ir para o serviço de saúde, isso piora a sua situação de saúde. Então, você precisa cuidar melhor dessa população.
O que nós estamos fazendo de adaptação para isso? Hoje, a primeira coisa que eu fiz quando cheguei aqui em Belém foi visitar dois barcos, que serão barcos de atendimento especializado, fazer cirurgia, fazer mamografia, fazer ultrassom, com exames especializados, nas regiões ribeirinhas do estado da Amazônia e do Pará. São barcos que já funcionam de forma voluntária, de parceria de organização social com o governo do estado da Amazônia, com o governo do estado do Pará. Agora, o Ministério da Saúde, através do Agora Tem Especialistas, vai financiar isso.

São 20 milhões de reais a mais. A expectativa é que posso fazer mais 9 mil cirurgias. Eu vi ali que cirurgias foram feitas, esses barcos ficaram aqui uma semana.

A gente trouxe aqui para Belém. Nessa uma semana, atenderam mais de 10 mil pessoas aqui em Belém e região, fazendo cirurgias ginecológicas, cirurgias de visão, fazendo mamografia e faz a biópsia para o diagnóstico do câncer. O que significa esse eixo do plano? É estruturar serviços de saúde adaptados à realidade de populações que são muito afetadas com as mudanças climáticas.

No caso da Amazônia brasileira, mais do que afetada, cuidar do nosso povo aqui é importante para enfrentar as mudanças climáticas do mundo, porque eu brinco que a Amazônia é como se fosse o paracetamol do mundo. Se a Amazônia está forte, a temperatura do mundo não cresce tanto, controla a febre do mundo. Então, você adaptar o sistema de saúde para cuidar dessa população é muito importante.

Um terceiro eixo é a parte da inovação, produzir novas tecnologias, medicamentos. A gente anunciou aqui uma ação do Ministério da Saúde, junto com a Embrapi, 60 milhões de reais para o desenvolvimento de medicamentos a partir da biodiversidade da Amazônia. Ou seja, você inovar, inovação tecnológica, aproveitando essa força da Amazônia, com isso você protege mais a Amazônia e evita as mudanças climáticas do mundo.

Ministro, um pouquinho rapidinho sobre essa infraestrutura de saúde que foi construída em Belém, exatamente para receber a COP. Como é que estão funcionando os atendimentos por aí?

Luciano, isso aqui é organizado no que a gente chama do Centro Integrado de Operação e Controle da Área da Saúde. Está instalado desde o dia 6 de novembro.

Fui visitar antes de vir aqui para as reuniões da COP também. Está o Governo Federal, Governo do Estado e Município. A gente está atuando em conjunto há mais de um ano já.

A gente já fez simulados durante o sírio de Nazaré, preparação da Força Nacional de Saúde, funcionamento do SAMU. Para você ter uma ideia, até hoje a gente já teve mais de mil atendimentos de pessoas que estão aqui em Belém por conta da COP, ou são de outros países, ou mesmo aqui do Brasil. Muita gente do Pará também, mas que está aqui por conta da COP.

A gente monitora todos os atendimentos que são feitos. Uma pessoa chegou lá para atender num pronto-socorro, numa UPA, numa UBS, aqui na Blue Zone, na Green Zone, e falou, estou aqui, mas está aqui por conta de quê? Estou aqui por causa da COP, estou trabalhando na COP, estou participando da COP, vim aqui para visitar. Se você identifica essa pessoa, são mil atendimentos, isso era mais ou menos até as duas da tarde, na hora que eu visitei lá.

Agora já deve ter aumentado. Desses mil atendimentos, apenas 1% precisou de algum tipo de internação, estava com 6% em observação. A gente tem pontos de observação, a gente montou um hospital de campanha aqui para reforçar a estrutura, fizemos investimentos de reforma das unidades de saúde em Belém, do Estado do Pará.

E o que é importante, Luciano? Isso aqui está acontecendo para a COP, mas vai ficar como um legado de saúde aqui para Belém e para o Estado do Pará. Só hoje nós anunciamos o investimento, por exemplo, aqui no Estado do Pará, de seis novos equipamentos para a radioterapia do câncer, pelo agora tem especialistas, que vão ser instalados aqui em Belém, em Santarém, em Castanhal, no interior do Pará. É uma verdadeira transformação no cuidado do câncer como legado da COP, com essa ideia de a gente adaptar o sistema de saúde para cuidar melhor da população aqui da Amazônia, das populações mais afetadas pelas mudanças climáticas.

 

Matéria: reprodução da internet / AGÊNCIA GOV.

Você também pode gostar

Homem sem o braço esquerdo é multado por dirigir com mão para fora do carro no ES

Bolsonaro diz que governo Lula e Supremo Tribunal Federal estariam facilitando seu assassinato

Flamengo conquista tricampeonato na Copa Super 8 de basquete

Polícia Federal prende Filipe Martins, condenado pela trama golpista

Dois homens são presos em flagrante por tráfico de drogas em Santo Antônio de Jesus

Inscreva-se no boletim diário

Receba as últimas notícias de última hora diretamente na sua caixa de entrada.
[mc4wp_form]
Ao se inscrever, você concorda com nossos Termos de Uso e reconhece as práticas de dados em nossa Política de Privacidade. Você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.
Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Whatsapp Whatsapp Telegram Email Copy Link Imprimir
Compartilhar
Artigo anterior Casa desaba durante fortes chuvas e deixa casal ferido em Salvador Casa desaba durante fortes chuvas e deixa casal ferido em Salvador
Próximo artigo José Dirceu comenta renovação política da esquerda e ingerência dos EUA José Dirceu comenta renovação política da esquerda e ingerência dos EUA
Deixe um comentário Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

© 2022 TV Notícias 24 Horas.
Gerenciar consentimento de cookies

Para oferecer as melhores experiências, utilizamos tecnologias como cookies para armazenar e/ou aceder a informações do dispositivo. O consentimento para estas tecnologias nos permite processar dados como comportamento de navegação ou IDs exclusivos neste site. Não consentir ou retirar o consentimento pode afetar negativamente certos recursos e funções.

Funcionais Sempre ativo
O armazenamento ou acesso técnico é estritamente necessário para o propósito legítimo de permitir a utilização de um serviço específico solicitado explicitamente pelo utilizador
Preferências
O armazenamento ou acesso técnico que é utilizado exclusivamente para fins estatísticos.
Estatísticas
O armazenamento ou acesso técnico que é utilizado exclusivamente para fins estatísticos The technical storage or access that is used exclusively for anonymous statistical purposes. Without a subpoena, voluntary compliance on the part of your Internet Service Provider, or additional records from a third party, information stored or retrieved for this purpose alone cannot usually be used to identify you.
Marketing
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para criar perfis de usuário para enviar publicidade, ou para rastrear o usuário em um site ou em vários sites para fins de marketing similares.
  • Gerenciar opções
  • Gerenciar serviços
  • Gerenciar {vendor_count} fornecedores
  • Leia mais sobre esses objetivos
Ver preferências
  • {title}
  • {title}
  • {title}