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	<title>Noticias do Brasil - TV NOTÍCIAS 24 HORAS</title>
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	<description>NOTÍCIAS COM CREDIBILIDADE</description>
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	<title>Noticias do Brasil - TV NOTÍCIAS 24 HORAS</title>
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		<title>Cobra  gigante de 7 metros  dar o bote e mulher grita: “Tira o braço&#8221; Veja o Vídeo.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[TV NOTÍCIAS 24 HORAS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2020 01:56:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Cobra Gigante]]></category>
		<category><![CDATA[Cobra gigante de 7 metros]]></category>
		<category><![CDATA[Cobra gigante de 7 metros dar o bote]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; De acordo com o portal G1,era final de tarde, na última sexta-feira (12), quando o pecuarista Eduardo Jacintho, de 38 anos, chamou o funcionário para olhar o pasto e o gado, na propriedade da família, que fica na rodovia BR-163, altura do Km 444, em Campo (MT). No entanto, o encontro com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 20px; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <iframe style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Ftvnoticias24horas.com.br%2Fvideos%2F603141420620371%2F&amp;show_text=0&amp;width=269" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen" width="269" height="476" frameborder="0"></iframe>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; De acordo com o portal G1,era final de tarde, na última sexta-feira (12), quando o pecuarista Eduardo Jacintho, de 38 anos, chamou o funcionário para olhar o pasto e o gado, na propriedade da família, que fica na rodovia BR-163, altura do Km 444, em Campo <strong>(MT).</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 20px; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">No entanto, o encontro com uma cobra de 7 metros o deixou paralisado na estrada. Após um tempo, a única reação foi ligar para a esposa e chamá-la para também ver o animal, de dentro do carro.&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 20px; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">&#8220;Eu estava trabalhando quando a vi no meio do aterro. Liguei para minha família, que estava na sede e os chamei para irem lá olhar também. Ela tava quieta, parecia que tinha se alimentado há pouco e parou ali na estrada. Fica perto de uma represa e nós achamos que ela mora por aqui, já que á a terceira vez que a vimos em quatro anos. Acho muito difícil ser mais de uma. Ela é enorme, tem cerca de 7 metros&#8221;, disse o pecuarista em entrevista ao G1. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 20px; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Segundo informações do portal G1,atrás da caminhonete, estava a esposa de Eduardo, Natália Jacintho. Ao filmar o animal, durante o susto, ela pede ao marido para tirar o braço, já que ela estava com a janela aberta do veículo e com os braços expostos. No final de tarde, do mesmo dia, quando finalizou o serviço, o pecuarista novamente a encontrou e fez outro vídeo. &#8220;É a gigantona que sempre vemos por lá&#8221;, finalizou. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Nos 16 anos da lei contra violência doméstica, Congresso reforça proteção à mulher</title>
		<link>https://tvnoticias24horas.com.br/outros/justica/nos-16-anos-da-lei-contra-violencia-domestica-congresso-reforca-protecao-a-mulher/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[TV NOTÍCIAS 24 HORAS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2020 19:38:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[JUSTIÇA]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[crimes de natureza sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Brasileiro de Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Maria da Penha]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[senador Humberto Costa (PT-PE)]]></category>
		<category><![CDATA[senador Luiz do Carmo (MDB-GO)]]></category>
		<category><![CDATA[senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG).]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimas Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No mês em que são celebrados os 16 anos da aprovação da lei que tipifica o crime de violência doméstica (Lei 10.886,de 2004),&#160;o Congresso Nacional avançou na aprovação de projetos que reforçam a proteção às vítimas e ampliam punições aos agressores.&#160; Diante do aumento de denúncias de agressão e casos de violência doméstica e familiar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No mês em que são celebrados os 16 anos da aprovação da lei que tipifica o crime de violência doméstica (<a class="external-link" title="" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2004/Lei/L10.886.htm#:~:text=LEI%20N%C2%BA%2010.886%2C%20DE%2017%20DE%20JUNHO%20DE%202004.&amp;text=129%20do%20Decreto%2DLei%20n%C2%BA,Art." target="_self" rel="noopener noreferrer">Lei 10.886,de 2004</a>),&nbsp;o Congresso Nacional avançou na aprovação de projetos que reforçam a proteção às vítimas e ampliam punições aos agressores.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Diante do aumento de denúncias de agressão e casos de violência doméstica e familiar em meio ao isolamento social em decorrência do novo coronavírus, o Senado aprovou, no dia 3, projeto de lei (<a class="external-link" title="" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/142091" target="_self" rel="noopener noreferrer">PL 1.291/2020</a>) que torna essenciais os serviços relacionados ao combate e prevenção desse tipo de crime praticado contra mulheres, idosos, crianças, adolescentes e pessoas com deficiência durante a pandemia de covid-19. Após ser aprovado pela Câmara dos Deputados na última quarta-feira (10), o texto seguiu para sanção presidencial.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as medidas consideradas essenciais, de acordo com o projeto, está a continuidade do funcionamento dos serviços e das atividades públicas de atendimento das ocorrências de qualquer tipo de ameaça, além do atendimento presencial de ocorrência envolvendo alguns casos de lesão corporal, como as de natureza grave, gravíssima, ameaça praticada com uso de arma de fogo e corrupção de menores, estupro e feminicídio. O texto determina também a manutenção, sem suspensão, dos prazos processuais, a apreciação de matérias e o atendimento às partes.&nbsp;&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A proposta, que teve origem na Câmara dos Deputados a partir de sugestões apresentadas pela bancada feminina do Congresso Nacional, modifica o <a class="external-link" title="" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2020/decreto/D10282.htm" target="_self" rel="noopener noreferrer">Decreto 10.282/2020</a>, que estabelece os serviços considerados essenciais durante a pandemia, e a Lei Maria da Penha (<a class="external-link" title="" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm" target="_self" rel="noopener noreferrer">Lei 11.340, de 2006</a>).&nbsp;No Senado, foi relatado pela senadora Rose de Freiras (Podemos-ES), que buscou aglutinar sugestões de outros projetos apresentados pelos senadores Confúcio Moura (MDB-RO) e Izalci Lucas (PSDB-DF), além de acatar o conteúdo de 15 emendas para tornar a legislação ainda mais efetiva.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto faz parte de uma lista de matérias apresentadas desde o início da adoção das medidas de isolamento social recomendas pelas autoridades de saúde e governantes para conter o contágio pelo novo coronavírus, quando dados oficiais já apontavam um crescimento de denúncias de violência doméstica. Ainda em março, com o início da quarentena, o número de denúncias recebidas pelo canal Ligue 180, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), aumentou 17,9% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Já em abril, o crescimento foi de 37,6% considerado o mesmo mês de 2019.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><img decoding="async" class="image-right" title="denuncias.gif" src="https://www12.senado.leg.br/noticias/imagens/denuncias.gif" alt="denuncias.gif"></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na avaliação da senadora Rose de Freitas, que também está à frente da Procuradoria Especial da Mulher do Senado, o projeto representa um passo importante no auxílio a pessoas que têm sido vítimas constantes de agressão e se encontram ainda mais vulneráveis em época de confinamento.</p>
<p style="text-align: justify;">— Nós estamos, no tempo e na hora, tomando as atitudes necessárias. É a construção a favor de uma mulher presa dentro de um cenário, sofrendo as consequências da violência, da cultura machista que ainda perdura. Isso não é pouca coisa — disse durante sessão remota em que foi aprovada a matéria.</p>
<p style="text-align: justify;">Além dos números divulgados pelo MMFDH, outro dado deixou ainda mais evidente os riscos que a mulher tem enfrentado com o isolamento social e o tempo maior de convivência com o agressor: os casos de feminicídio aumentaram 22,2% no país nos meses de março e abril de 2020, comparados com o mesmo período do ano anterior. Os dados fazem parte do estudo “Violência doméstica durante a pandemia de covid-19“, elaborado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e divulgados no dia 1º de junho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><img decoding="async" class="image-right" title="feminicidios.gif" src="https://www12.senado.leg.br/noticias/imagens/feminicidios.gif" alt="feminicidios.gif"></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para o senador Paulo Paim (PT-RS), presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH), o cenário é ainda mais preocupante já que muitas das pessoas agredidas não conseguem denunciar o agressor por medo, restrições a canais de denúncia ou por não terem contato com familiares e amigos.</p>
<p style="text-align: justify;">— Muitas mulheres não conseguem fazer as denúncias, o que gera um número alto de subnotificações. A violência doméstica contra a mulher sempre esteve presente no país, mas o isolamento social, em tempos de pandemia, só agravou a situação. A Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos denuncia que esse tipo de violência cresceu em todo o país — alertou o senador durante sessão remota do Senado.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><b>Registros e medidas protetivas</b></h3>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa do FBSP, realizada com informações de 12 estados, revelou também que houve uma queda de 25,5% nos registros de lesão corporal dolosa em decorrência de violência doméstica em março e abril de 2020 em relação ao mesmo período de 2019, o que, para o próprio estudo, caracteriza a dificuldade que essa vítima está tendo de registrar o boletim de ocorrência presencialmente em uma delegacia.</p>
<p style="text-align: justify;">“Em todos os estados para os quais obtivemos os dados, foi verificada redução dos registros de lesão corporal dolosa em decorrência de violência doméstica no período de março e abril de 2020. A redução média para março e abril de 2020, em relação ao mesmo período de 2019, é de 25,5%, o que coincide com o padrão verificado na Itália e em cidades dos Estados Unidos, onde as mulheres encontraram mais dificuldade de se deslocar para a delegacia”, analisa o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.</p>
<div class="col-md-7 pull-right" style="text-align: justify;">
<table class="plain">
<thead>
<tr>
<td>
<h3><strong>Confira outras medidas previstas no PL 1.291/2020</strong></h3>
</td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Estipula que o poder público promoverá <strong>campanhas sobre prevenção</strong> à violência doméstica e familiar e sobre o acesso a mecanismos de denúncia durante a pandemia.</td>
</tr>
<tr>
<td>Estabelece que as denúncias de violência recebidas pelo Ligue 180 e pelo serviço de proteção de crianças e adolescentes com foco em violência sexual (Disque 100) devem ser repassadas no <strong>prazo máximo de 48 horas</strong> para os órgãos competentes.</td>
</tr>
<tr>
<td>Crianças e adolescentes devem ser ouvidas obedecendo às <strong>regras sanitárias</strong> e conforme o <strong>sistema de garantias</strong> nos inquéritos e no curso dos processos previstos na Lei 13.431/2017.</td>
</tr>
<tr>
<td>O atendimento às partes poderá ser feito por <strong>meio remoto</strong> somente quando não for possível a modalidade presencial em razão de medida de segurança sanitária.</td>
</tr>
<tr>
<td>Deverá ser garantida a realização prioritária do <strong>exame de corpo de delito</strong> quando se tratar de crime de violência doméstica e familiar contra a mulher, criança, adolescente, idoso ou pessoa com deficiência.</td>
</tr>
<tr>
<td>Nos casos de <strong>crimes de natureza sexual</strong>, quando houver a adoção de medidas de isolamento social pelo poder público, os órgãos de segurança deverão estabelecer equipes móveis para realização do exame de corpo de delito no local em que se encontrar a vítima.</td>
</tr>
<tr>
<td>A <strong>intimação do agressor</strong> que cumpre medida protetiva poderá ser realizada por meios eletrônicos para que o juiz o cientifique da prorrogação da medida.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p style="text-align: justify;">O PL 1.291/2020, aprovado pelo Congresso, traz uma determinação importante para esse período de calamidade pública: estabelece que o registro da ocorrência poderá ser realizado por meio eletrônico ou de número de telefone de emergência designado pelos órgãos de segurança pública, além de determinar que o poder público deverá criar um canal eletrônico permanente para o recebimento de denúncias de violência doméstica e familiar contra a mulher e de violências cometidas contra crianças, adolescentes, idosos e pessoas com deficiência.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme o estudo do FBSP, nem todos os estados estão disponibilizando a função de registro de ocorrência em caráter virtual. Somente 18 estados e o Distrito Federal oferecem o mecanismo para que a vítima possa fazer a denúncia à polícia pela internet. Ao realizar o registro, o reconhecimento da violência doméstica ou familiar não dependerá de condenação, bastando a alegação da parte, ou do Ministério Público, ou o reconhecimento de ofício pelo juiz, sem prejuízo de eventual responsabilização por possível litigância de má-fé.</p>
<p style="text-align: justify;">Por esse canal remoto, a vítima de violência poderá inclusive fazer a solicitação de medida protetiva de urgência, que é considerada um dos grandes avanços incluídos na Lei Maria da Penha, complementada pela <a class="external-link" title="" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13827.htm" target="_self" rel="noopener noreferrer">Lei nº 13.827, de 2019</a>. Elas funcionam como tutelas de urgência autônomas, que poderão ser concedidas de imediato por um juiz, ou em situações específicas por um delegado de polícia, independentemente de audiência prévia e manifestação do Ministério Público, podendo o seu descumprimento pelo agressor acarretar sua prisão preventiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso o PL 1.291/2020 seja sancionado, as medidas protetivas determinadas pela Justiça, como o afastamento do agressor do lar e a proibição de determinadas condutas, serão prorrogadas enquanto durar a pandemia de covid-19. O senador Izalci Lucas, representante do Distrito Federal, localidade que ocupa o segundo lugar no ranking de denúncias sobre violência doméstica no Ligue 180, destacou a importância de dar seguimento aos processos que tratam desses crimes.</p>
<p style="text-align: justify;">“Na crise do coronavírus, processos envolvendo violência doméstica e familiar estão suspensos por determinação do CNJ [Conselho Nacional de Justiça]. No entanto, o isolamento para conter a doença não pode gerar mais insegurança a menores, mulheres e à família. Os processos relativos a esse tipo de violência não podem parar”, afirmou no Twitter.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a senadora Zenaide Maia (Pros-RN), presidente da Comissão Mista de Combate à Violência contra a Mulher (CMCVM), é preciso reforçar junto à população todas as informações sobre os serviços e rede de apoio disponíveis às vítimas de violência doméstica.</p>
<p style="text-align: justify;">— Essa violência não ocorre só por causa das privações que estão passando as famílias, nem também pode ser justificada ou tolerada por esse motivo. As raízes são profundas, de uma cultura machista. Vamos fazer com que chegue a mulher a informação, essa rede de proteção. Isso existe e está funcionando e está à disposição dessas mulheres que estão sofrendo agressão — disse durante sessão remota.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><b>Aprimoramentos</b></h3>
<p style="text-align: justify;">A violência praticada no contexto domiciliar ou familiar contra parceiros, cônjuge, crianças, adolescentes ou idosos só passou a constar no Código Penal com a sanção da&nbsp;<a class="external-link" title="" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2004/Lei/L10.886.htm#:~:text=LEI%20N%C2%BA%2010.886%2C%20DE%2017%20DE%20JUNHO%20DE%202004.&amp;text=129%20do%20Decreto%2DLei%20n%C2%BA,Art." target="_self" rel="noopener noreferrer">Lei 10.886</a>&nbsp;em 17 de junho de 2004. Considerada um grande avanço na época, a legislação previa pena de detenção de seis meses a um ano e, caso a agressão gerasse lesão corporal de natureza grave ou fosse seguida de morte, a pena seria aumentada em um terço. Dois anos depois, com a sanção da Lei Maria da Penha, a legislação passou a prever pena de detenção de três meses a três anos.</p>
<p style="text-align: justify;">A Lei Maria da Penha, que acabou recebendo esse nome em referência ao caso de agressão que se tornou representativo na época, foi sancionada em agosto de 2006 e ao longo dos anos sofreu alterações para reforçar a rede de apoio às vítimas de violência doméstica. Além de tornar crime a agressão doméstica e familiar contra a mulher, deixando de tratá-la como de menor potencial ofensivo, a legislação incluiu como vítima desse tipo de agressão a pessoa com deficiência e&nbsp;passou a estabelecer as definições do que é a violência doméstica e familiar e a caracterizar suas formas, que podem ser configuradas como física, psicológica, sexual, patrimonial e moral.</p>
<p style="text-align: justify;">A lei é atualmente entendida como uma rede de mecanismos capazes de proteger as vítimas, punir agressores, e vai além do seu caráter judicial. Isso porque, de acordo com o Instituto Lei Maria da Penha, ela insere a criação de políticas públicas de prevenção, assistência e proteção às vítimas; prevê a instituição de Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher; institui medidas protetivas de urgência; e estabelece a promoção de programas educacionais com perspectiva de gênero, raça e etnia, entre outras normas.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as mudanças recentes aprovadas pelo Senado e já transformadas em lei está a que determina que agressores de mulheres podem ser obrigados a frequentar centros de reeducação, além de receber acompanhamento psicossocial (<a class="external-link" title="" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2020/Lei/L13984.htm" target="_self" rel="noopener noreferrer">Lei 13.984, de 2020</a>). Nesse caso, o juiz já poderá obrigar eventuais agressores a frequentarem esses cursos a partir da fase investigatória de cada caso verificado de violência contra a mulher.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra proposta (<a class="external-link" title="" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/136017" target="_self" rel="noopener noreferrer">PL 510/2019</a>) aprovada em 2019 pelos senadores gerou a <a class="external-link" title="" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13894.htm" target="_self" rel="noopener noreferrer">Lei 13.894, de 2019</a>, que voltou a prever a competência dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher para ações de divórcio, separação, anulação de casamento ou dissolução de união estável, nos casos de violência doméstica. Outras alterações estão previstas na <a class="external-link" title="" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2019/lei/L13871.htm" target="_self" rel="noopener noreferrer">Lei 13.871, de 2019</a>, que obriga o agressor pelo ressarcimento dos custos de serviços de saúde prestados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) às vítimas de violência doméstica e familiar, e na <a class="external-link" title="" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2019/lei/L13880.htm" target="_self" rel="noopener noreferrer">Lei 13.880, de 2019</a>, que estabelece a apreensão de arma de fogo registrada ou sob posse do agressor em casos de violência doméstica e familiar contra a mulher.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><b>Outras propostas</b></h3>
<p style="text-align: justify;">Apesar de ser considerada pela Organização das Nações Unidas (ONU) uma das três legislações mais avançadas do mundo em relação ao tema, o alto índice de denúncias de casos de violência doméstica e o aumento do número de feminicídios no Brasil ainda levam senadores a propor aprimoramentos na Lei Maria da Penha. Nas comissões temáticas da Casa tramitam diversos projetos que buscam desde a ampliação dos mecanismos de proteção e assistência à mulher por meio de mudanças na lei até a alteração de outras normas para agravar a pena de quem comete violência doméstica.</p>
<p style="text-align: justify;">É o caso do <a class="external-link" title="" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/137105" target="_self" rel="noopener noreferrer">PL 3.257/2019</a>, da senadora Daniella Ribeiro (PP-PB), que inclui como causa de afastamento do agressor do lar a violência psicológica, moral ou patrimonial contra a mulher. De acordo com a autora, as agressões desse tipo já estão na definição de violência doméstica e familiar da própria Lei Maria da Penha, contudo, como observou Daniella, o texto acabou por restringir o afastamento do agressor do lar somente aos casos de risco atual ou iminente à vida ou à integridade física da mulher, o que deixa de abranger outras situações.</p>
<p style="text-align: justify;">“Nunca é demais lembrar que esse tipo de violência acarreta prejuízos graves tanto à mulher quanto a seus filhos, podendo trazer consequências deletérias para o bem-estar da ofendida, bem como ensejando o risco de dificultar uma retomada da vida após a circunstância violenta, em razão dos danos sofridos”, acrescentou na justificativa do projeto. O texto, que é relatado pela senadora Leila Barros (PSB-DF), aguarda análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme estudo realizado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública em parceria com a empresa Decode, feito a pedido do Banco Mundial e divulgado em abril, houve um aumento de 431% de relatos de brigas de casal feitos por vizinhos em redes sociais entre os meses de fevereiro e abril deste ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Para tentar transformar esses relatos virtuais em denúncia concreta nos canais oficiais, o senador Luiz do Carmo (MDB-GO) apresentou um projeto (<a class="external-link" title="" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/141880" target="_self" rel="noopener noreferrer">PL 2.510/2020</a>) que, entre outras determinações, estabelece o dever de condôminos, locatários, possuidores de imóveis e síndicos de informarem às autoridades competentes os casos de violência doméstica e familiar cometidos contra a mulher e que tenham conhecimento no âmbito do condomínio. A medida prevê também o aumento em um terço da pena para o crime de omissão de socorro, quando se tratar de mulher em situação de violência doméstica ou familiar. Atualmente, o Código Penal estabelece pena de um a seis meses de detenção para quem omite socorro.</p>
<p style="text-align: justify;">“Pretendemos, com tais medidas, fortalecer a delicada posição das mulheres brasileiras, que nem sempre têm condições de solicitar ajuda ou socorro nas mais diversas situações de violência de que são vítimas, entrando, lamentavelmente, como dados frios e sem rosto em relatórios estatísticos”, alertou o senador na justificativa do projeto, que aguarda votação em sessão remota. &nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Outra proposta que visa a ampliar a proteção e o atendimento da vítima de violência doméstica é o <a class="external-link" title="" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/141133" target="_self" rel="noopener noreferrer">PL 781/2020</a>, do senador Rodrigo Cunha (PSDB-AL). O texto estabelece a destinação de recursos da União para a criação de delegacias especializadas de atendimento à mulher nos estados com o objetivo de prestar assistência psicológica e jurídica às vítimas de violência física ou moral. Ainda de acordo com a matéria, essas unidades devem funcionar 24 horas, inclusive em feriados e fins de semana, e o atendimento deverá ser feito em sala reservada, preferencialmente por policiais do sexo feminino.</p>
<p style="text-align: justify;">Os recursos para garantir pelo menos uma delegacia em cada microrregião dos estados, conforme a proposta, serão repassados pela União por meio do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), e os estados terão cinco anos para criar as delegacias especializadas. Na justificativa do projeto, o senador informou que, de acordo com a Pesquisa de Informações Básicas Municipais e Estaduais (Munic) de 2019, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), não há delegacia especializada de atendimento à mulher em 91,7% dos municípios brasileiros. A matéria aguarda encaminhamento para iniciar tramitação nas comissões competentes. &nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Na CCJ tramitam outras propostas que reforçam a legislação de combate à violência contra a mulher, como o <a class="external-link" title="" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/134650" target="_self" rel="noopener noreferrer">PLS 446/2018</a>, que considera crimes hediondos a lesão corporal gravíssima e a lesão corporal seguida de morte quando praticadas contra mulher, criança ou maior de 60 anos. O texto é da senadora Rose de Freitas e o relator, o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG).</p>
<p style="text-align: justify;">Já o <a class="external-link" title="" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/104540" target="_self" rel="noopener noreferrer">PLS 47/2012</a>, prioriza o atendimento policial à mulher idosa vítima de violência. A prioridade vale inclusive para municípios que não contam com serviço especializado de atendimento à mulher. De autoria do senador Ciro Nogueira (PP-PI), o projeto receberá &nbsp;parecer do senador Humberto Costa (PT-PE).</p>
<h3 style="text-align: justify;"><b>Como denunciar</b></h3>
<p style="text-align: justify;">Além do Ligue 180 e do Disque 100 (Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos), que funcionam 24 horas por dia, todos os dias, inclusive nos finais de semanas e feriados, as denúncias podem ser realizadas pelo 190 (Polícia).&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Agência Senado</p>
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		<title>Crescimento da exploração do trabalho infantil é risco iminente durante pandemia</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2020 20:54:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus no Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Trabalho infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diante da grande vulnerabilidade socioeconômica das famílias brasileiras, aprofundada pelos impactos da pandemia do novo coronavírus, o número de crianças exploradas pelo trabalho infantil pode aumentar no país.&#160; A grave consequência é denunciada pela campanha nacional “Covid-19: agora mais do que nunca, protejam crianças e adolescentes do trabalho infantil”, protagonizada pelo Ministério Público do Trabalho [&#8230;]</p>
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<div class="content">
<div class="text-content">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 20px;">Diante da grande vulnerabilidade socioeconômica das famílias brasileiras, aprofundada pelos impactos da pandemia do novo coronavírus, o número de crianças exploradas pelo trabalho infantil pode aumentar no país.&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 20px;">A grave consequência é denunciada pela campanha nacional “Covid-19: agora mais do que nunca, protejam crianças e adolescentes do trabalho infantil”, protagonizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), pelo Fórum de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e pela Justiça do Trabalho, que acontece ao longo de todo o mês de junho.&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 20px;">Alinhada à iniciativa global proposta pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), a campanha também realiza&nbsp;uma série de eventos e ações online nesta sexta-feira (12), Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil.&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 20px;">De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2016, mesmo proibido, o trabalho infantil no Brasil atinge mais de 2 milhões de meninos e meninas entre 5 e 17 anos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 20px;">Somente em 2019, das mais de 159 mil denúncias de violações a direitos humanos recebidas pelo <a href="https://www.gov.br/mdh/pt-br/acesso-a-informacao/disque-100-1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Disque 100</a>, cerca de 86 mil tinham como vítimas crianças e adolescentes. Conforme informações do Ministério da Ministério da Mulher, da Família e do Direitos Humanos, &nbsp;mais de 4,2 mil&nbsp;desses registros eram relacionados ao trabalho ilegal de crianças e adolescentes.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 20px;"><em><strong>Sabemos que quando a família está em vulnerabilidade socioeconômica, a criança sai para trabalhar&nbsp;para ajudar no aumento da renda familiar</strong></em></span></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 20px;">Segundo Ana Maria Villa Real, coordenadora nacional do Combate à Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente pelo MPT, a pobreza é a causa e a consequência do trabalho infantil. Logo, com os efeitos socioeconômicos da covid-19, como altos índices de desemprego e retração da economia como um todo, o cenário é desolador.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 20px;">“As famílias que já eram pobres vão ficar ainda mais pobres. E sabemos que quando a família está em vulnerabilidade socioeconômica, a criança sai para trabalhar, para ajudar no aumento da renda familiar. Isso é muito evidente. Temos consciência que o Estado Mínimo que está se apregoando no Brasil não vai tratar a vulnerabilidade social e econômica das famílias, e vai gerar um aumento da existência do trabalho infantil”, afirma Villa Real.</span></p>
<p class="ckeditor-subtitle" style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 20px;">Tema invisibilizado</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 20px;">A procuradora avalia que o trabalho infantil ainda é muito naturalizado no país, o que faz com que a prática desumana seja invisibilizada.&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 20px;">“O trabalho infantil é visto como uma solução para o pobre. ‘Ele precisa trabalhar pra ajudar a família’. Se subverte a lógica da proteção da Infância e da Adolescência. É a criança e não o Estado que tem que sustentar uma família em vulnerabilidade. A sociedade não consegue enxergar o trabalho infantil como uma violação de direitos humanos”, lamenta.&nbsp;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 20px;">Números do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde, evidenciam que o trabalho infantil é uma ameaça concreta à vida das crianças brasileiras.&nbsp;</span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 20px;">Brasil de fato</span></p>
</div>
</div>
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		<title>Vítimas de violência doméstica poderão fazer denúncia em farmácias</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2020 17:50:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[JUSTIÇA]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Nacional de Justiça (CNJ)]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Maria da Penha]]></category>
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		<category><![CDATA[tv notícias 24 horas]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[Vítimas de violência doméstica poderão fazer denúncia em farmácias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma campanha promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) pretende incentivar as vítimas de violência doméstica a denunciarem agressões nas farmácias. Pela campanha Sinal Vermelho contra a Violência Doméstica, que será lançada amanhã (10), basta mostrar um X vermelho na palma da mão para que o atendente ou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 20px;">Uma campanha promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) pretende incentivar as vítimas de violência <span id="OBJ_PREFIX_DWT161_com_zimbra_date" role="link">dom</span>éstica a denunciarem agressões nas farmácias.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 20px;">Pela campanha Sinal Vermelho contra a Violência <span id="OBJ_PREFIX_DWT162_com_zimbra_date" role="link">Dom</span>éstica, que será lançada amanhã (10), basta mostrar um X vermelho na palma da mão para que o atendente ou o farmacêutico entenda tratar-se de uma denúncia e em seguida acione a polícia e encaminhe o acolhimento da vítima. &nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1309150&amp;o=node"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 20px;">De acordo com a Agência Brasil ,a ação é voltada para as mulheres que têm dificuldade para prestar queixa de abusos, seja por vergonha ou por medo. “A vítima, muitas vezes, não consegue denunciar as agressões porque está sob constante vigilância. Por isso, é preciso agir com urgência”, disse a presidente da AMB, Renata Gil, de acordo com o material da campanha.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 20px;">Cerca de 10 mil farmácias de todo o país, filiadas a duas associações do setor, são parceiras na iniciativa. Segundo o material da campanha, atendentes e farmacêuticos seguirão protocolos preestabelecidos para lidar com a situação e não necessariamente serão chamados a testemunhar nos casos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 20px;">Entre março e abril deste ano, já em meio à pandemia do novo coronavírus, os casos de feminicídio cresceram 22,2% em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com um levantamento feito em 12 estados e divulgado na semana passada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 20px;">No mesmo levantamento, o FBSP apontou queda na abertura de boletins de ocorrência ligados à violência <span id="OBJ_PREFIX_DWT164_com_zimbra_date" role="link">dom</span>éstica. Para a entidade, os dados do levantamento demonstram que, ao mesmo tempo em que estão mais vulneráveis durante a crise sanitária, as mulheres têm tido mais dificuldade para formalizar queixa contra os agressores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 20px;">Fonte: Agência Brasil</span></p>
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		<title>Senadores culpam o governo pela escalada de mortes na pandemia</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2020 21:56:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (4) o Brasil se tornou o país com o terceiro maior número de mortes oficiais causadas pela covid-19 desde o início da pandemia. Foram 34.021 óbitos registrados até o final do dia, e a soma já passa de 34.200 nesta sexta (5), antes do levantamento final. As 1.492 mortes contabilizadas na quinta foram [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://tvnoticias24horas.com.br/politica/senadores-culpam-o-governo-pela-escalada-de-mortes-na-pandemia/">Senadores culpam o governo pela escalada de mortes na pandemia</a> appeared first on <a href="https://tvnoticias24horas.com.br">TV NOTÍCIAS 24 HORAS</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (4) o Brasil se tornou o país com o terceiro maior número de mortes oficiais causadas pela covid-19 desde o início da pandemia. Foram 34.021 óbitos registrados até o final do dia, e a soma já passa de 34.200 nesta sexta (5), antes do levantamento final. As 1.492 mortes contabilizadas na quinta foram o maior total para um único dia desde o início da crise, e equivalem a mais de uma morte por minuto.</p>
<p>&nbsp;De acordo com a Agência Senado, o Brasil acumula mais de 620 mil casos detectados de covid-19, sendo o segundo país com mais infecções, atrás apenas dos Estados Unidos. Além disso, entre os dez países mais afetados pela pandemia, o Brasil está à frente apenas da Índia na proporção de testes realizados com a população.</p>
<h3><strong>Responsabilidade</strong></h3>
<p>Senadores de oposição apontam a negligência do governo federal como principal culpado pela curva crescente da pandemia no país. O líder do PT, Rogério Carvalho (SE), disse que o presidente Jair Bolsonaro tem enganado a população desde o início da crise global.</p>
<p>“Em março, Bolsonaro amenizava que seriam 800 vidas perdidas. O que já é alarmante, porque são vidas e não números. Só que agora é apavorante, porque a irresponsabilidade do presidente piorou”, escreveu o senador em uma rede social.</p>
<p>O senador Humberto Costa (PT-PE) acusou Bolsonaro de “negacionismo” por ter classificado a covid-19, no início, como uma “gripezinha”. Ele também lembrou que o governo não nomeou um ministro da Saúde em caráter permanente depois da saída do segundo ministro do cargo, Nelson Teich, em maio — o atual ocupante da pasta, Eduardo Pazuello, é interino.</p>
<p>“Bolsonaro não tem ministro da Saúde. O governo não tem plano de ação. Bolsonaro não é solidário com as vítimas. Bolsonaro só quer proteger sua família, e não é do vírus”, escreveu.</p>
<h3><strong>Argentina</strong></h3>
<p>O senador Fabiano Contarato (Rede-AP) comparou a situação do Brasil com a da Argentina. O país vizinho tem pouco mais de 600 mortes registradas, e realiza testes na população em proporção semelhante à do Brasil. Mas estabeleceu o isolamento social para frear a disseminação do vírus. São 20 mil casos no total.</p>
<p>“No Brasil de Bolsonaro, que boicota a quarentena e incita comportamentos temerários, já são mais 56 vezes mais [mortes]. Temos um genocida no Planalto”, acusou o senador.</p>
<h3><strong>Hidroxicloroquina</strong></h3>
<p>Por sua vez, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) ressaltou que os números oficializados na quinta-feira não dizem respeito a um único dia, mas são uma concentração estatística de mortes em datas variadas. Flávio, filho do presidente Jair Bolsonaro, replicou uma publicação que associa os casos fatais à indisponibilidade do tratamento com hidroxicloroquina, recomendado pelo governo federal para casos leves no final de maio.</p>
<p>“Mortes que talvez poderiam ter sido evitadas se todos tivessem acesso ao tratamento com HQC [hidroxicloroquina] logo no início dos sintomas”, afirmou o senador.</p>
<h3><strong>Aglomerações</strong></h3>
<p>Para o senador Chico Rodrigues (DEM-RR), vice-líder do governo, o agravamento da pandemia em solo brasileiro deve servir para que os cidadãos levem mais a sério as medidas de isolamento social. Ele reforçou a importância de se evitar aglomerações e locais de grande circulação e de se ficar em casa sempre que possível.</p>
<p>— O momento não é fácil. O Ministério da Saúde tem que tomar providências muito mais fortes. É necessário que a sociedade esteja ciente de que este é um momento dificílimo. Enquanto a curva não for achatando até entrar num nível de normalidade, o país vai ficar nessa expectativa enorme &#8211; afirmou.</p>
<p>Fonte: Agência Senado</p>
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